6 tipos de ecommerce para o seu negócio

Em um mundo cada vez mais digital, o e-commerce surge como um pilar fundamental para a expansão e alcance de um público diversificado. No entanto, a singularidade de cada negócio exige uma abordagem específica, e é por isso que exploraremos neste artigo 6 tipos de ecommerce. 

Para aqueles que desejam ingressar no mundo do empreendedorismo digital, compreender as distinções entre essas modalidades é importante para selecionar aquela que melhor se alinha aos seus objetivos.

Para te ajudar, reunimos a seguir os principais tipos de ecommerce e as modalidades mais comuns.

tipos de ecommerce

O que é e-commerce?

Antes de adentrar nos tipos específicos de e-commerce, é essencial compreender o que, de fato, constitui um e-commerce. Essa expressão refere-se a websites que facilitam transações de compra e venda de produtos de forma online.

É importante ressaltar que essas transações vão além da simples aquisição e venda do produto em si. 

Consideram-se todas as etapas do processo, desde emissão de nota fiscal, gerenciamento de fornecedores, previsão de compras, controle de estoque, logística, entre outras atividades.

6 tipos de ecommerce

Cada tipo de ecommerce tem suas próprias dinâmicas e vantagens. A escolha do modelo adequado dependerá dos objetivos e do perfil do negócio em questão. Veja a seguir quais são os principais.

  1. B2C (Business to Consumer)

O modelo B2C, sigla para Business to Consumer, é o modelo mais comum. Nesse tipo de e-commerce as empresas fazem uso de plataformas digitais para comercializar diretamente seus produtos ou serviços aos consumidores finais.

Exemplos comuns de B2C incluem lojas de varejo físicas e online, onde os consumidores podem comprar uma ampla variedade de produtos, desde roupas e eletrônicos até alimentos e produtos de beleza.

  1. B2B (Business to Business)

No B2B as transações ocorrem entre empresas. Ou seja, empresas fornecem produtos ou serviços para outras empresas.

Geralmente, envolve transações mais complexas e de maior volume, podendo inclusive demandar um valor ou quantidade mínima de itens para o pedido.

Esse tipo de e-commerce é comum, principalmente, em setores industriais e de suprimentos, como papelarias, lojas de mobiliário para escritórios, lojas de equipamentos de proteção para construção civil, entre outros.

  1. Direct to Consumer (D2C)

No modelo D2C, marcas, indústrias e fabricantes comercializam seus produtos diretamente ao consumidor final, dispensando intermediários.

Para ilustrar, imagine uma fabricante de eletrodomésticos. Normalmente ela venderia seus produtos a uma rede de varejistas e distribuidores, que seriam encarregados de revendê-los aos clientes finais.

Contudo, por meio de um e-commerce próprio, essa fabricante pode vender os eletrodomésticos diretamente aos consumidores. Dessa forma, consegue reduzir os custos do processo de venda e exercer um maior controle sobre a marca e o relacionamento com o comprador.

Importante ressaltar que esse modelo pode ser empregado de forma simultânea à modalidade tradicional de distribuição de produtos para revenda.

  1. C2C (Consumer to Consumer)

Neste caso, o processo de compra e venda online ocorre diretamente entre dois consumidores, ou seja, pessoas físicas. Essa modalidade é frequentemente associada à estratégia de recommerce, que envolve a comercialização de produtos de segunda mão.

Um exemplo destacado de e-commerce C2C é o marketplace Enjooei, que oferece uma plataforma onde indivíduos podem se cadastrar para vender peças de roupas usadas, recebendo uma comissão pelas vendas. Outros bons exemplos são o Mercado Livre, Estante Virtual e a OLX.

Além disso, nesse tipo de e-commerce é possível oferecer também serviços diretamente para outros consumidores. Isso engloba uma variedade de profissionais, como prestadores de serviços de limpeza, entregadores, freelancers e outros provedores de serviços em geral.

  1. C2B (Consumer to Business)

O e-commerce C2B é caracterizado pela interação entre pessoas físicas que oferecem produtos ou serviços para empresas. Ou seja, pessoas físicas realizando vendas para pessoas jurídicas.

Um exemplo comum de C2B são as plataformas de Marketing de Afiliados (como a Hotmart e a Eduzz), onde indivíduos com uma grande presença online promovem os produtos ou serviços de uma empresa em seus próprios canais, recebendo uma comissão pelos resultados obtidos.

Outro exemplo são os bancos de imagens, onde fotógrafos e videomakers disponibilizam seu conteúdo para que empresas possam posteriormente adquiri-los e utilizar em seus projetos.

Atualmente, esse modelo ainda é relativamente menos explorado em comparação com outros, mas apresenta um potencial de crescimento significativo devido à sua praticidade e às poucas exigências formais associadas.

  1. B2A (Business to Administration)

O B2A, ou Business to Administration, é um dos tipos de e-commerce mais atípicos. Este modelo envolve transações realizadas entre empresas e a administração pública, englobando uma gama de serviços que abarcam aspectos fiscais, previdência social, emprego, documentos legais, registros, entre outros.

Para fornecer para o governo, é imprescindível estar plenamente em conformidade com as leis trabalhistas e o pagamento de impostos. Além disso, é necessário participar e, muitas vezes, vencer licitações, cotações e/ou tomadas de preço.

Também é crucial estar devidamente cadastrado em um sistema nacional de fornecedores. Este tipo de e-commerce, devido à sua natureza específica, demanda um rigoroso cumprimento de requisitos e procedimentos regulatórios.

Modalidades de e-commerce

Dentro do universo do e-commerce, destacam-se três modalidades distintas que fazem uso de plataformas específicas para transações online. Veja a seguir quais são elas.

M-commerce

O m-commerce, ou Mobile Commerce, refere-se às transações comerciais ou vendas online realizadas por meio de dispositivos móveis, como smartphones ou tablets.

Atualmente, é raro encontrar alguém sem um celular à mão. Com o ritmo acelerado da sociedade e o consumo constante, a maneira mais simples e ágil de efetuar compras é por meio desses dispositivos. 

Para entrar no mundo do m-commerce é preciso contar com um site de design responsivo, capaz de se adaptar e funcionar de maneira eficaz em dispositivos móveis de variados tamanhos de tela.

Além disso, o m-commerce se beneficia da interatividade das redes sociais para impulsionar as vendas. As pessoas têm facilidade em compartilhar suas experiências de compra com amigos, o que aumenta a visibilidade da marca.

S-commerce

Conhecido como Social Commerce, essa modalidade possibilita a integração da loja virtual às mídias sociais, permitindo que o usuário interaja com o conteúdo oferecido. 

Na página, o consumidor pode avaliar a qualidade do produto, do atendimento, compartilhar, fazer comentários e muito mais. Quando um produto é compartilhado, a empresa ganha ainda mais visibilidade por meio de divulgações gratuitas.

As próprias redes sociais, enquanto empresas, compreendem a importância e o valor dessa estratégia. Um exemplo disso é a funcionalidade do Instagram Shopping, que atua como uma vitrine de produtos, e o marketplace do Facebook. Essas ferramentas são evidências do reconhecimento da relevância do s-commerce.

T-commerce

Nessa modalidade, também conhecida como comércio de televisão, a principal proposta é explorar todo o potencial da mídia televisiva visando aumentar as vendas. Portanto, o "T" em t-commerce faz referência à TV.

Embora muitos possam pensar que a televisão é uma forma de mídia ultrapassada e que não gera resultados expressivos, essa percepção está equivocada. 

A verdade é que ainda existe um público considerável que consome conteúdo através da TV. Dessa forma, ela continua sendo uma estratégia eficaz para determinados perfis de público.

Além disso, é possível explorar essa modalidade em conjunto com a criatividade de filmes, séries e comerciais das mais variadas produções independentes.

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